Governo do Distrito Federal
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5/05/17 às 18h38 - Atualizado em 8/11/18 às 16h42

Valdir Oliveira se reúne com secretários e empresários para retomar desenvolvimento econômico

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Desemprego, guerra fiscal e qualificação do trabalhador foram 
os principais assuntos

O primeiro mês de trabalho de Valdir Oliveira no comando da Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável do DF (SEDES), completado neste dia 5 de maio, foi ocupado com a reorganização da própria secretaria, rodadas de conversas com diversos segmentos do setor produtivo, e também com secretários do Governo do Distrito Federal, além de atender a imprensa em entrevistas em jornais, televisões e rádios da Capital. A intenção do novo secretário foi apresentar os compromissos firmados com o governador Rodrigo Rollemberg para sua gestão à frente da SEDES. Esses compromissos são voltados para quem gera emprego e renda e para buscar a sinergia entre os gestores públicos. 

         Para tratar do desenvolvimento econômico, no âmbito do GDF, além do próprio governador, o novo secretário teve rodadas de reuniões com os colegas da Fazenda, João Antônio Fleury; de Trabalho e Desenvolvimento Social, Thiago Jarjour; Agricultura e Desenvolvimento Rural, José Guilherme Tollstadius Leal; e o adjunto de Ciência e Tecnologia e Inovação, Marcelo Aguiar. Nesses encontros foram definidos os parâmetros das ações a serem executadas com relação à tributação, retomada dos polos industriais, geração de empregos e retomada do desenvolvimento no Distrito Federal. “É hora de nós revertermos a falta de crescimento, mas revertermos com a nossa própria economia. É com a economia crescendo que nós vamos gerar mais recursos para que o estado atenda as demandas da sociedade”, tem dito o secretário aos empresários e colegas de governo.   

         Nos encontros com o empresariado local foram feitas apresentações das metas da gestão na SEDES e estes compromissos firmados com o governo, além de abrir o diálogo com o setor produtivo do DF. Nessas rodadas ficou clara a insatisfação dos empresários quanto à falta de ações que priorizem o desenvolvimento econômico. 

A guerra fiscal que levou à saída de muitas empresas do DF foi outro ponto discutido, junto com a necessidade de uma qualificação profissional aliada às necessidades das empresas. A crítica das empresas foi a de que há profissionais sendo qualificados em treinamentos, mas que na prática não se mostram preparados, e acabam gerando a necessidade de trocas sucessivas de mão de obra e perda de receitas. “Aproximar a qualidade da demanda do empresariado com quem qualifica profissionalmente é o caminho em minha opinião”, disse Valdir Oliveira. 

Apesar da crítica, a receptividade do empresariado foi positiva em relação à nova gestão da SEDES. Essas rodadas ocorreram com a Fibra, Sinduscon, Ademi, CDL, ACDF, Idesp, Abrasel, Lide Empresarial e Fecomércio. Cleber Pires, presidente da ACDF, foi um dos que fez questão de expressar isso. “Esse é o modelo de gestão que nós queremos. O governo junto do povo, é o governo batendo nas portas da iniciativa privada, das entidades que representam esses segmentos, em busca de solução para esses problemas. Não temos dúvida nenhuma que tanto governo quanto iniciativa privada sairão vencedores”.