Governo do Distrito Federal
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9/08/17 às 17h49 - Atualizado em 8/11/18 às 16h46

Mais ágil, COFAP já aprovou R$ 400 milhões de crédito

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O Entorno do DF foi beneficiado com liberação

O Conselho de Financiamento à Atividade Produtiva do Distrito

Foto: Cleverlan costa

Federal, COFAP, aprovou, nesta terça-feira (8), a liberação de cerca de R$ 75milhões para crédito do Fundo Constitucional do Centro Oeste, o FCO. Foram quatro pedidos de financiamento. O de maior valor – pouco mais de R$ 66 milhões – é da empresa Centrais Elétricas de Goiás, CELG, para investimentos em transmissão perto de Luziânia, no Entorno do DF.

O FCO é um fundo administrado pela União e destina recursos para crédito à indústria, comércio, serviços e agricultura dos estados do Centro Oeste e mais o Distrito Federal. O COFAP analisa também os pedidos de financiamento das cidades de Goiás que ficam próximas ao DF e que formam a Região Integrada de Desenvolvimento Econômico, a RIDE. Nesta reunião, os outros três pedidos eram para investimentos na agricultura.

 

O Conselho possui onze membros, que são representantes de diversos segmentos da economia, como indústria e comércio. Presidido pelo secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Valdir Oliveira, o COFAP ganhou agilidade nestes últimos três meses em análise e aprovação dos pedidos de financiamento. “O COFAP está mais rápido, mais próximo do empresário, está conseguindo responder com a rapidez que o mercado precisa. Não há demanda de crédito que fique presa na Secretaria”, garante Valdir Oliveira. “Nós estamos facilitando para que o empresário possa ter acesso, mas, seguramente, com as responsabilidades e cuidados que temos que ter”, ressalta o secretário, lembrando a responsabilidade do Conselho com o dinheiro público. É bom frisar que o trabalho dos conselheiros ganha rapidez por causa de uma análise prévia do Banco do Brasil, agente financeiro do FCO.

 

Otimismo – Nos últimos três meses, o COFAP aprovou a liberação de cerca de R$ 400 milhões em crédito para a economia do DF e Entorno. Há ainda, no entanto, R$ 1,5 bilhão disponíveis para quem precisa investir em compra de equipamentos ou ampliação de instalações, por exemplo. O problema é que pelas regras do Fundo, se esse dinheiro não for gasto até setembro deste ano, ele volta para os cofres da União para ser realocado.

Apesar do prazo apertado, Valdir Oliveira acredita que boa parte do dinheiro poderá ser usada, pois a economia começa a dar sinais de recuperação, animando o empresário a investir. “Estamos vendo sinais positivos de que o comércio começou a empregar, segundo números da Federação Nacional do Comércio, que mostra sinais de aquecimento”, observou o secretário.

 

A reunião foi na sede da Federação do Comércio, FECOMÉRCIO-DF. Como elas são itinerantes – ocorrem sempre nas sedes das entidades que possuem representantes no Conselho – a próxima será na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas, CDL, e está prevista para o próximo dia 21.

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